“A Bandeira do Brasil não tem dono, não tem partido, não tem ideologia. Ela é dos 215 milhões de brasileiros”, diz Simone Tebet, em Jaguariúna (SP) | Simone Tebet
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A nova esperança
do Brasil

“A Bandeira do Brasil não tem dono, não tem partido, não tem ideologia. Ela é dos 215 milhões de brasileiros”, diz Simone Tebet, em Jaguariúna (SP)

No Dia da Independência, candidata visita polo de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Educação no interior paulista e afirma: “é preciso olhar para o futuro do Brasil”. Foi assim que Simone Tebet comemorou o 7 de Setembro, em visita ao Centro de Educação Municipal Ambiental Dr. Darcy Machado de Souza (Cema), na Fazenda da Barra, em Jaguariúna. O local reúne atividades como a produção agrícola, com foco na sustentabilidade, a educação e a formação profissional. Sobre as comemorações da Independência, Simone afirmou, em coletiva de imprensa, depois que a bandeira nacional foi hasteada numa cerimônia no Cema: “Esta bandeira não tem dono, não tem partido, não tem ideologia. É dos 215 milhões de brasileiros”.

Simone reafirmou que o país precisa mudar de foco e concentrar-se nos reais problemas que afetam a nação. Esse é o salto que se faz “tão necessário quanto urgente”, avaliou. “Está na hora de termos uma nova independência, que garanta uma educação de qualidade, proteção ao meio ambiente, um Brasil que cresça e gere emprego para todos, um Brasil para todos”, disse. “É hora de reconstruirmos o país em outras bases, com desenvolvimento e qualidade de vida. Esse é o objetivo da minha candidatura. Ao lado da bandeira branca da paz, unir o Brasil, unificar, voltar a crescer.”

Questionada sobre os entraves relacionados ao meio ambiente no Brasil, a candidata frisou que é possível superá-los. “Não vejo dificuldade”, destacou. “Tenho dito, e a população tem entendido, que é desenvolvimento com meio ambiente. É possível cuidar da terra e desenvolvê-la. Aliás, é necessário que se faça isso. Vamos mostrar ao mundo que o nosso agronegócio, que o nosso setor produtivo, é sustentável, cuida do meio ambiente. Só assim atrairemos os investimentos estrangeiros tão necessários para que a gente possa colocar dinheiro no Brasil, para que a indústria possa abrir novas portas e, com isso, gerar emprego e renda para a população brasileira.”

Em Jaguariúna, Simone Tebet plantou uma árvore ao lado de grupos de crianças e circulou por trechos do Fazenda da Barra, cuja área total soma 192 mil metros quadrados, o equivalente a quase 29 campos de futebol, às margens do rio Camanducaia. Ali, há trilhas e são cultivadas mudas de plantas originárias da região, a Mata Atlântica. O local recebe ainda eventos relacionados ao meio ambiente e à preservação.
Para Simone, a visita ao Cema, além de didática, foi simbólica. “Aqui é um exemplo vivo de como dá certo produzir, estar no campo e ter sustentabilidade. Aqui tem uma escola ambiental, pronta para receber os trabalhadores do campo, os proprietários rurais, explicando como a gente produz preservando cada árvore, deixando limpos os mananciais e rios”, disse. “Então, estar aqui, hoje, com as crianças, plantando neste dia, a gente mostra o que quer: uma nova independência para o Brasil. Ela tem que começar agora, com educação de qualidade e desenvolvimento sustentável.”

No local, Simone Tebet foi recepcionada pelo prefeito da cidade, Gustavo Reis (MDB). “Muito nos orgulha o papel que a candidata desempenha hoje no país”, disse. “Agora, precisamos sair da intolerância que nos prende. A única pessoa que é depositária fiel da esperança do povo brasileiro é a senadora Simone Tebet.” Reis citou ainda a importância histórica do local visitado, a Fazenda da Barra, um dos mais importantes patrimônios da cidade. Ela foi, por exemplo, moradia de Olívia Guedes Penteado (1872-1934), que se notabilizou pela luta das mulheres pelo direito ao voto. Filha do Barão de Pirapitingui, participou ativamente da eleição de Carlota Pereira de Queirós, a primeira deputada brasileira (1934-1937). Olívia foi ainda grande incentivadora do modernismo e amiga de artistas-chave do movimento, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Heitor Villa-Lobos.

COLETIVA DE IMPRENSA

Em Jaguariúna, Simone Tebet concedeu duas coletivas de imprensa. Nelas, foram abordados os seguintes temas:

BALANÇO DA CAMPANHA

“Estou extremamente otimista”, disse a candidata. “Nós vimos uma mudança nesta última semana muito importante. Primeiro no reconhecimento. Agora, as pessoas já sabem que sou candidata, estão indo atrás de nossas propostas, buscando nossa biografia e mudando voto. Na última pesquisa, aumentamos 150%. Não é pouca coisa. Então, agora é hora, nessa reta final, de 25 dias, de reforçar. Estamos andando por todas as regiões do Brasil. Hoje, no interior de São Paulo. Na semana que vem, no Nordeste, depois voltaremos para o Sudeste.”

Simone acrescentou que está alcançando seu principal objetivo: espaço para apresentar suas propostas aos eleitores. “O que eu precisava era isto: me tornar conhecida. Acredito que nós demos um passo nesta semana”, notou. “Andando nas ruas, percebo que as pessoas me reconhecem.”
A candidata realçou ainda a mobilização e a importância de Mara Gabrilli, candidata à Vice-Presidência. “Somos duas mulheres, a única candidatura que tem uma mulher com deficiência, que representa a inclusão. Por isso, digo ‘um Brasil para todos, um Brasil que acolhe, um Brasil inclusivo’. Mara tem a missão de apresentar a agenda inclusiva que nós temos para o Brasil. Afinal, são 17 milhões de pessoas com deficiência que não tem acesso ao mínimo, ao básico, para serem considerados verdadeiramente cidadãs.”

A seguir, destacou: “É muito otimismo, até porque estamos sendo muito bem-recebidas por onde passamos, independentemente do voto, as pessoas veem com simpatia uma candidatura que se propõe a falar de moderação, de equilíbrio, de soluções reais para problemas reais do Brasil. Não estamos atrás de ataques. É menos Lula e Bolsonaro, e mais Brasil. É isso o que queremos.”

POLARIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Simone realçou ainda a importância do fim da polarização política tanto para a vida da nação como para a economia do Brasil. “Ninguém investe num país que causa insegurança jurídica, que flerta com o autoritarismo, em que nós temos que ficar preocupados, numa data tão festiva quanto o 7 de Setembro, se vai haver ou não violência, se terão faixas antidemocráticas. Nunca tivemos isso e passamos a ter. A nossa eleição significará exatamente previsibilidade, segurança jurídica, responsabilidade. Só isso já faz o Brasil voltar a crescer, porque o dinheiro que está parado, aguardando essa situação eleitoral, vai definitivamente vir para os investimentos necessários.”

Perguntada sobre qual avaliação fazia do discurso do presidente Bolsonaro, que afirmou que o Brasil, vive uma “luta do bem contra o mal”, Simone foi incisiva: “Lamentavelmente, esse é o presidente que temos, que não sabe o que é um Brasil para todos, que todos nós estamos unidos, que os verdadeiros problemas do Brasil são a miséria, a fome, a desigualdade social, o desemprego. Este é o mal que precisa ser combatido, que nesses três anos não nos apresentou nenhuma solução enquanto presidente da República. Essa é uma das razões por que eu sou candidata. Então, se é uma luta do bem contra o mal, vamos complementar: o verdadeiro mal é a fome, a desigualdade, o desemprego e aquele que, podendo e tendo a caneta na mão, não apresenta minimamente um projeto para o país capaz de erradicar a fome.”

VIOLÊNCIA POLÍTICA CONTRA A MULHER

A respeito da violência política contra a mulher, Simone observou: “Já estou acostumada. Desde o primeiro dia, 20 anos atrás, quando entrei para a política pela primeira vez como deputada estadual. Na primeira vez, chorei no banheiro. Na segunda, não dei conta. Depois disso, da terceira vez em diante, ninguém me faz abaixar a cabeça porque eu represento a maioria da população brasileira, as mulheres que, hoje, lamentavelmente, em seus ambientes de trabalho, sofrem violência todos os dias. Elas recebem salários menores do que os homens, ocupando as mesmas funções. Então, esse tipo de violência tem que acabar. Nossa candidatura se propõe a isto: garantir que homens e mulheres sejam iguais, não só em obrigações, porque sabemos as que temos, mas também em direitos.”

Assessoria de Imprensa

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