Ministra Simone Tebet apresenta avanços do projeto das Rotas de Integração Sul-Americana em Pequim | Simone Tebet
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Ministra Simone Tebet apresenta avanços do projeto das Rotas de Integração Sul-Americana em Pequim

Integrando a missão brasileira que acompanha o presidente Lula em visita a China, a ministra falou sobre a agenda estratégica de integração da América do Sul com a Ásia e a importância dos investimentos privados

A ministra Simone Tebet está em Pequim, na China, onde integra a missão brasileira liderada pelo presidente Lula ao país asiático. O primeiro compromisso da agenda da ministra nesta segunda-feira (12/5) foi o Seminário Empresarial China-Brasil: Fortalecendo a Parceria Estratégica, realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Ministério das Relações Exteriores (MRE) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com o apoio do Conselho Empresarial Brasil-China,  

Durante o Seminário a ministra apresentou os avanços do projeto das Rotas de Integração Sul-Americana e destacou a importância do fortalecimento da parceria Brasil-China e do investimento privado como motor de desenvolvimento. “Há um quebra-cabeça a se montar hoje no mundo, algumas peças o Brasil tem, outras a China tem, o importante é que o nosso propósito é um só: garantir que nós possamos dar dignidade e cidadania a todos os cidadãos do planeta terra”, disse a ministra.

A ministra afirmou que para cumprir esses objetivos e fortalecer o sul global, a cooperação com a China será fundamental, assim como a participação dos BRICS e a parceria público-privada.  Tebet reforçou a importância dos investimentos privados externos. Falando aos empresários chineses, a ministra apontou como exemplo de projetos que necessitam de um grande volume de recursos, a construção de ferrovias no Brasil. 

Citando a Estratégia Brasil 2050 e os cinco principais eixos do plano, a ministra reforçou que o governo brasileiro acredita no diálogo, na parceria e no multilateralismo “No lugar de muros, o Brasil resolve construir pontes, no lugar de barreiras, tarifárias ou não tarifárias, o Brasil opta por abrir avenidas e construir junto, com os países da América do Sul, os países asiáticos, europeus, os demais países mundiais, o mundo que nós queremos: um mundo em que possamos erradicar a miséria, diminuir a pobreza, diminuir a desigualdade social e garantir dignidade e cidadania para todos”, ressaltou Tebet. 

Mais sobre o evento

O evento contou com a presença do presidente Lula, do primeiro-ministro chinês, Li Qiang e do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, além de autoridades brasileiras e chinesas e cerca de 400 empresários dos dois países. A agenda incluiu um mesa de abertura, painéis e cerimônia de encerramento. Os painéis abordaram as seguintes temáticas:  Investimentos e novas oportunidades de financiamento; Transição energética e sustentabilidade; e Segurança alimentar. 

O objetivo do seminário era discutir a ampliação das relações comerciais entre os dois países. Publicado este ano, o Mapa de Oportunidades da ApexBrasil identificou 400 oportunidades para exportações brasileiras na China, incluindo petróleo, ferro, soja, celulose, aço, cobre, carnes bovina e suína, trigo e centeio, açúcar, café, máquinas e equipamentos, motores e medicamentos. “Fazer negócios com a China significa acesso a um dos maiores mercados consumidores do mundo, com demanda crescente por alimentos de qualidade e produtos diferenciados”, afirma o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, que abriu o Seminário.    

Parceria comercial

A China – segunda maior economia do mundo – é o principal investidor asiático no Brasil e o principal destino das exportações brasileiras, respondendo por 28% do valor total exportado e por 41,4% do superávit comercial do Brasil. Commodities como soja (33,4%), petróleo bruto (21,2%) e minério de ferro (21,1%) representaram 75,6% do total exportado pelo Brasil ao país. No ano passado, o Brasil se consolidou como o maior fornecedor de carne bovina, carne de aves, soja, celulose e açúcar para os chineses. A diversificação da pauta exportadora é um dos objetivos do governo brasileiro, que vê potencial para exportações de proteína animal, café e produtos de maior valor agregado, como alimentos industrializados e bioenergia. 

Com informações da Apex Brasil

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