O que é forte na cultura

Mato Grosso do Sul, cada um de nós compõe a sua história

O nosso estado possui diversidade na natureza e na cultura, moldada pela mestiçagem do povo, dos costumes e tradições, herdados pelas migrações e imigrações que ocorreram e ocorrem ao longo dos anos, e que são responsáveis por termos uma cultura vasta, única e especial, onde a música e a culinária se destacam.

A nossa identidade está no sabor da gastronomia, nos estilos e produções musicais, nas festas populares e danças típicas, no artesanato indígena e nas artes plásticas. 

A culinária possui um cardápio particularizado com produtos, temperos e preparos dos indígenas, portugueses, asiáticos, africanos e hispânicos.

Já na música, temos forte influência pelas polcas, guarânias e o chamamé.

Culinária de Mato Grosso do Sul

Temos diversos destaques na nossa gastronomia, com forte influência principalmente da culinária paraguaia, indígena e japonesa. 

O estado abriga 300 mil paraguaios, sendo a maior parte concentrada na capital, Campo Grande. Temos uma das maiores reservas indígenas, da etnia Terena, com mais de 18 mil índios.

Já de japoneses, temos cerca de 15 mil descendentes, sendo a terceira maior população de imigrantes do Brasil, atrás de São Paulo e Paraná.

Por isso que temos diversos sabores, desde sopa paraguaia, chipa, lambreado, ensopado de batata e carne, roda de tereré e sobá. 

O que é mais típico e apreciado em cada cantinho do nosso estado de Mato Grosso do Sul:

  • Região Norte: porco no rolete
  • Região Sul: sopa paraguaia
  • Região Central: sobá
  • Região Leste: arroz com pequi
  • Região Oeste: peixe à pantaneira assado na telha e arroz com guariroba; frango ao molho pardo com quiabo e pimenta malagueta
  • Região Sudoeste: linguiça

A música sul-mato-grossense

Nossa música tem forte presença da viola de cocho, vinda da fronteira com a Bolívia, além do violão e da harpa.

Artistas como Almir Sater, Paulo Simões, Geraldo Roca e Geraldo Espíndola apresentam influência paraguaia no ritmo das guarânias, polcas e chamamés. Nos versos, misturam português e guarani para contar os fatos da nossa história e exaltar nossa natureza.

Cantamos com o coração que ‘Kikio nasceu no centro’; que botão de rosa é a pérola formosa, flor do nosso jardim; que ‘a verdade nos faz viver’; e que a vida é bela, linda vida, só queremos viver muito tempo ainda; mesmo ‘enquanto esse velho trem atravessa o Pantanal’; que nossa viagem não foi ligeira, mas não temos pressa de chegar; na certeza de que ‘cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz e ser feliz’.

Tags