PPA contará com plataforma digital e envolverá transversalidade, diz Tebet na abertura do Fórum Interconselhos | Simone Tebet
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PPA contará com plataforma digital e envolverá transversalidade, diz Tebet na abertura do Fórum Interconselhos

Evento marca o início do processo de participação social para elaboração do Plano; o ministro da Secretaria-Geral de Governo, Márcio Macêdo, reforçou que momento representa a retomada da voz dos brasileiros

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou nesta terça-feira (18/4) que o Plano Plurianual de 2024 a 2027 será mais participativo, pois contará com plataforma digital e envolverá a transversalidade. “Não dá mais para falar de políticas públicas de um Ministério do Meio Ambiente, da Educação, da Saúde, da Justiça e questionar onde entra o gênero, as mulheres, a raça, os negros, os povos originários e as minorias. Talvez essa transversalidade seja o maior desafio do novo PPA”, destacou ela, durante a abertura do 1º Fórum Interconselhos do PPA Participativo.

O evento contou com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo. Ele reforçou que o momento representa a retomada da voz dos brasileiros e da participação social. O Fórum é a primeira etapa do processo de participação social na elaboração do PPA e se estenderá até a quarta-feira (19/04). Os debates e plenárias programados reunirão cerca de 300 participantes, entre integrantes de conselhos nacionais, movimentos sociais e órgãos ministeriais.

Tebet reafirmou a gratidão em participar do debate com os representantes da sociedade civil que, diante do cenário atual do país, vão discutir, planejar e elaborar as melhores políticas públicas para todos os brasileiros. “Quem vai dizer qual Brasil nós queremos para 2024, 2025, 2026 e 2027 são vocês, que estão na base, lideranças que representam a sociedade e sabem porque convivem com ela e entendem quais são as prioridades”, assegurou.

Tebet ainda defendeu a importância do planejamento eficiente de orçamentos para movimentá-los de forma a não faltar dinheiro para aquilo que é essencial à população. “É preciso gastar o pouco que se tem e gastar bem. Planejar significa dizer quais são as nossas prioridades, quais são as prioridades do Brasil. Assim, as mudanças se perpetuarão não só pelos próximos quatro anos, mas pelas próximas gestões que virão”, disse.

“Quero aprender muito com esse trabalho para que possamos fechar os quatro anos do presidente Lula dizendo que esse é o Brasil afetivo, generoso, inclusivo e que não deixa ninguém pra trás”, afirmou Tebet.

 A secretária de Planejamento do MPO, Leany Lemos, disse que planejar no enorme cenário de governo é um desafio. “A gente precisa olhar para os grandes desafios do país, quais são as soluções para esses desafios e quais legados queremos deixar lá na frente”.

De acordo com o secretário Nacional de Participação Social da Presidência da República, Renato Simões, o fórum interconselhos reúne vários setores que estão nos conselhos nacionais em um altíssimo grau de representatividade.

Participaram ainda da agenda, como representantes da sociedade civil, Wesla Monteiro, do Conselho Nacional de Juventude, e Fernando Pigatto, presidente do Conselho Nacional de Saúde.

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