Rota Amazônica pode ser entregue na COP 30, diz Tebet à secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior | Simone Tebet
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Rota Amazônica pode ser entregue na COP 30, diz Tebet à secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior

Evento em Belém também deverá apresentar a Estratégia Brasil 2025-2050, que vai traçar o planejamento para o Brasil nos próximos 25 anos

A parte brasileira da rota Amazônica, a segunda das cinco Rotas de Integração Sul-americana, poderá estar pronta até a COP30, que ocorrerá em novembro deste ano em Belém (PA). A afirmação foi feita pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, em reunião com a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, e equipe nesta quinta-feira (27/2).

“Essa rota é toda fluvial, e a dragagem fica pronta em agosto”, disse Tebet. Além da dragagem do rio Solimões, falta apenas a instalação de aduana da Receita Federal em Tabatinga (AM), um processo já encaminhado.

Ao apresentar as cinco rotas a Belchior, Tebet destacou que o Brasil tem toda a capacidade de alavancar a integração com seus vizinhos e elevar o comércio intrarregional. Atualmente, o fluxo de importações e exportações entre os países sul-americanos é de apenas 15% do comércio total desses países, o mais baixo percentual entre as regiões do mundo.

“Esse projeto [de integração] é uma pauta do presidente Lula há muito tempo”, disse Tebet, lembrando do quanto essa agenda é cara ao governo. Ela também destacou que ainda há US$ 7 bilhões disponíveis de financiamento externo para os países da região, dos US$ 10 bilhões que haviam sido anunciados conjuntamente por BNDES, BID, CAF e Fonplata no fim de 2023.

Estratégia Brasil 2050

Outra agenda abordada na reunião foi a Estratégia Brasil 2025-2050, que será o principal instrumento do planejamento de longo prazo do país e deverá ser entregue ao presidente em julho deste ano e apresentada oficialmente também na COP30. “Nunca, em nenhum governo, houve tempo e condição, e nunca foi tão necessário, apresentar um planejamento de longo prazo”, disse Tebet, ressaltando que os países europeus têm planos semelhantes e a China trabalha com um horizonte de 100 anos de planejamento.

Que país somos hoje, que país queremos ser nos próximos 25 anos e como fazer para chegar lá são as três perguntas norteadoras da construção da estratégia. “Ouvimos todos os ministérios no ano passado, já temos a análise institucional retrospectiva e as janelas de oportunidade e agora vamos rodar o Brasil”, disse Tebet. A ministra se referia à série de encontros “Diálogos para o futuro”, que vai percorrer diversas capitais do Brasil para promover o debate com representantes da sociedade civil para a construção da Estratégia Brasil 2025-2050. O primeiro destino é o Rio de Janeiro, no dia 17 de março.

Fonte: MPO

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