“Somos mulheres, guerreiras e exigimos dignidade”, exalta Simone Tebet em Campinas | Simone Tebet
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“Somos mulheres, guerreiras e exigimos dignidade”, exalta Simone Tebet em Campinas

A candidata Simone Tebet esteve na manhã de hoje, sábado (10/9), em Campinas, no interior de São Paulo, onde participou de um encontro com mulheres, em um centro de eventos do bairro Vila Industrial. Lotado, o evento foi prestigiado pela senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), candidata a vice-presidente. Depois, Simone caminhou pela região da rua 13 de Maio, tradicional ponto comercial e de serviços da região central de Campinas.

No discurso que fez aos participantes do encontro, Simone pediu licença aos homens para se dirigir especialmente às mulheres: “Agora não se trata de uma fala eleitoral, mas de um discurso politico. Quando, na política brasileira, nós tivemos a oportunidade de ter um palanque 100% feminino, rodeado de alguns companheiros. Quando, na vida pública brasileira, nós tivemos voz? Nós éramos eco. Quando, na política brasileira, nós tivemos condições de construir como protagonistas a nossa própria história? Sempre fomos coadjuvantes. Ganhamos até 20% menos de salário que os homens. Quanta falta não faz para as nossas famílias esses 20%. Se for uma mulher preta, ela chega a ganhar 40% menos. É contra essa injustiça que estamos, mulheres e guerreiras, aqui”.

“Não queremos ser melhor que os homens. Nós não somos. Somos iguais, amamos os nossos companheiros e amamos os nossos filhos. Queremos estar ao lado dos homens, na mesma luta e com a mesma dor, mas tendo a mesma dignidade”, completou a candidata enquanto era muito aplaudida pelo público.

Questionada por um jornalista sobre suas propostas para o Brasil, Simone disse: “Queremos um Brasil inclusivo, que precisa sair do Mapa da Fome e que tem de levar emprego e renda para todos. Isso só é possível com a eleição de uma candidatura do centro democrático que garanta estabilidade para reduzir a inflação e fazer com que os alimentos cheguem mais baratos à mesa do trabalhador. Só a nossa candidatura tem condições de trazer a estabilidade necessária para atrair investimentos e, consequentemente, a volta do crescimento”.

MARA GABRILLI: “CRESCER SEM QUE NINGUÉM FIQUE PARA TRÁS”

Para uma pergunta sobre acessibilidade, Simone passou a palavra a Mara Gabrilli: “Acessibilidade é um tema fundamental para a nossa chapa, que mostra o Brasil que queremos, que contemple os mais vulneráveis. Eu e Simone acreditamos que o Brasil não vai crescer deixando aqueles que mais precisam para trás. Além de ser uma chapa feminina, que fala de mulher para mulher, de mulher para homem, da mulher que sabe se falta comida no prato, a gente fala de inclusão não só das pessoas deficientes, que são os vulneráveis, mas de todos os segmentos que precisam de um olhar feminino, um olhar acolhedor, mais humano e mais democrático”.

E Simone completou: “É importante lembrar que 17 milhões de pessoas têm deficiência no Brasil, fora as pessoas com doenças raras. Mas é mais do que isso. Um Brasil para todos inclui um Brasil que não discrimina. É isso o que eu e Mara representamos: somos a cara da diversidade. O Brasil tem que garantir igualdade e oportunidades para todos, independentemente de orientação sexual, raça, religião, CEP de onde mora, seja no Sudeste ou Nordeste brasileiro. Eu repito, por entender que não podemos esquecer disso, que a cara mais pobre do Brasil é a cara de uma mulher negra e nordestina. E é sempre a mulher, o negro, as pessoas que moram no Norte e Nordeste do Brasil. Isso só vai acabar quando acabarmos com esse discurso do ódio, do nós contra eles, e fizermos políticas públicas para todas e todos os brasileiros”.

FERROVIAS: “EU SEI COMO FAZER E VOU FAZER”

A ferrovia, que desempenhou um papel fundamental para o desenvolvimento da economia da região de Campinas e de grande parte do interior paulista a partir da segunda metade do século 19, também foi tema de uma pergunta feita a Simone. “Quero ser conhecida como a presidente das ferrovias. Eu sei do que a ferrovia é capaz de fazer para o desenvolvimento de um país. Temos condições de rasgar o Brasil com ferrovias. Há pelo menos 40 projetos parados no Brasil e metade é considerada o filé mignon do setor, projetos que têm condições de gerar 2,5 milhões de empregos diretos e indiretos nos próximos anos. Estamos falando de um potencial de R$ 100 milhões de investimentos privados que, para acontecer, precisa apenas de uma canetada, vontade política, abrir os leilões e realizar as parcerias público-privadas. Infelizmente, o governo que passou nunca acreditou na iniciativa privada e o governo que aí está não sabe como fazer. Eu sei como fazer e vou fazer”.

Joice Hasselmann, deputada federal (PSDB-SP), Aline Torres, secretária de Cultura da cidade de São Paulo, Kátia Lôbo, presidente nacional do MDB Mulher, Maria do Carmo Guilherme, presidente do MDB Mulher-SP, Edna Martins, presidente do PSDB Mulher-SP, Márcia Pinheiro, presidente nacional do Podemos Mulher, Elsa Oliveira, vereadora de Osasco e Valéria Monteiro, jornalista e candidata a deputada federal pelo PSD, também participaram do encontro.

Assessoria de Imprensa

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